O que Luisburgo compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Luisburgo compraram US$ 4.090 de outros países. É 79% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 19,2 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Luisburgo ficou em 356º lugar. No Brasil, em 2.438º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas-ferramentas para trabalhar madeira, cortiça, osso…1,9 toneladasUS$ 3.49085%
- 2Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos0 toneladasUS$ 60015%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 4.090100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2024US$ 9.085
- 2025US$ 23,3 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Luisburgo
Quanto Luisburgo importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Luisburgo (MG) compraram US$ 4.090 de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Luisburgo mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas-ferramentas para trabalhar madeira, cortiça, osso… (85%), Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos (15%).
De quais países Luisburgo mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.